Cirurgia de Xantelasma

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O Xantelasma é uma doença de pele que atinge as pálpebras, geralmente associada a outras doenças. A característica do Xantelasma é criar pequenas bolsas amareladas de gordura sob a pele.

É geralmente indolor e não prejudica a visão, e comum em pessoas que apresentam altos níveis de colesterol. Outras doenças que podem provocar o Xantelasma são Diabetes, Pancreatite e Hipotireoidismo.

Essas manchas podem ser removidas através de procedimentos cirúrgicos, de diferentes técnicas: remoção cirúrgica, ablação por laser, cauterização química, eletrocoagulação e crioterapia.

A Remoção Cirúrgica é indicada para xantelasmas pequenos e lineares ou depósitos de gordura pouco salientes, pois as cicatrizes devem se fundir com o tecido que fica ao redor das pálpebras. O procedimento é considerado estético.

Na Ablação por Laser, o cirurgião pode usar pulsos de laser de CO2 ou de argônio. O laser de baixo fluxo é capaz de desfazer as bolsas de gordura e removê-las, sem danos mecânicos para a pele. A vantagem deste procedimento é que ele não precisa de suturas, mas, em contra-partida, pode provocar alterações pigmentosas no tecido atingido.

Na técnica de Cauterização Química, o oftalmologista ataca o Xantelesma com o uso de ácido acético clorado, componentes capazes de precipitar e coagular proteínas, inclusive os lipídios presentes no colesterol. Não deixa marcas ou cicatrizes.

A Eletrocoagulação usa corrente elétrica de alta frequência para coagular tecidos celulares, enquanto a Crioterapia usa o frio para atingir o mesmo resultado. Em contra-partida, podem causar fibrose e hipopigmentação, além de permitirem reincidência.

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